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Com forte desempenho no EAD, captação de novos alunos é 12,6% maior que em 2018; base ex-Fies cresce 9,5%; 84% dos cursos têm nota 4 ou 5 pelo MEC

 

A Estácio (B3: ESTC3), um dos maiores grupos educacionais do país, comunicou à Comissão de Valores Mobiliários e ao mercado seus resultados relativos ao primeiro trimestre de 2019.

 

Num período marcado pela fraca atividade econômica e pelo encolhimento do Fies (programa federal de financiamento estudantil), a Estácio conseguiu obter resultados expressivos em sua janela de captação de alunos. Atingimos a marca de 187,1 mil novos alunos captados, patamar 12,6% superior ao mesmo período do ano passado. A base total de alunos cresceu 2,8%, alcançando 561,3 mil alunos ao fim do trimestre.

 

“Essa foi a maior captação da nossa história, consequência do fantástico trabalho que fizemos ano passado”, diz Eduardo Parente, presidente da Estácio. “Ter conseguido esse desempenho num momento difícil para o setor me deixa particularmente animado com o futuro da Estácio.”

 

Os resultados financeiros da Estácio no período atestam a solidez do modelo de negócios da empresa, construído sobre os pilares da qualidade do ensino e da eficiência operacional. Mantivemos a margem EBITDA estável em 35,3%, e nosso lucro líquido cresceu 25% no período, atingindo 247 milhões de reais. A receita líquida somou 932,6 milhões de reais, praticamente estável na comparação com o ano passado.

 

Esse resultado foi impulsionado pela expansão de nossas operações de Ensino a Distância (EAD) e pela resiliência do nosso ensino presencial, que vem superando a queda no Fies com uma transformação na oferta de cursos sem precedentes na história da Estácio.

 

Com base tecnológica única no país, alta qualidade comprovada pelos indicadores do Ministério da Educação (MEC) e 100% online, o EAD da Estácio foi um dos destaques do trimestre. A base de alunos do segmento cresceu 24,4%, e o total de novos alunos captados foi 28,6% maior que no mesmo período do ano passado. Quando analisado somente o desempenho de polos que já existiam no ano passado, o aumento na captação foi de expressivos 16,6%. O produto Flex, que alia conteúdos presenciais e online, cresceu 93,7%, uma evidência da receptividade ao modelo.

 

O ensino presencial da Estácio, por sua vez, vem provando sua força com uma nova grade de cursos, centrada em ofertas nas áreas de saúde e engenharias. Em 2018, a Estácio se tornou a maior faculdade de medicina do país, uma demonstração da

 

vitalidade da estratégia da companhia, centrada em cursos mais complexos e com tíquete médio maior. No trimestre, o tíquete médio aumentou 3,8%. Os investimentos da Estácio somaram R$ 50,2 milhões no período, 34,2% de aumento – os recursos foram destinados sobretudo à melhoria das nossas unidades. Excluindo os alunos Fies, a base de graduação presencial cresceu 2,1% no período.

 

Esses resultados comprovam a importância de um ensino de qualidade para a sustentabilidade do negócio da Estácio. Nas avaliações mais recentes do MEC, 84% dos cursos da companhia obtiveram nota 4 ou 5 (numa escala que vai de 1 a 5), uma comprovação inconteste da qualidade do nosso ensino.

 

Ao final do trimestre, a Estácio mantinha R$ 885,8 milhões em caixa e uma dívida total de R$ 810,4 milhões – uma combinação que garante à companhia fôlego para manter e acelerar seu crescimento, seja orgânico ou via aquisições.

Texto: Assessoria
Foto: Divulgação