tn_Cadastramento para o Minha Casa Minha Vida vai até sexta-feira (15.02)

Atendimento continuam no Centro da cidade, Itaipava e agentes da Assistência Social continuam com ações pelas regiões mais vulneráveis

            O cadastramento dos moradores de área de risco vai continuar ao longo dessa semana. Quem ainda não compareceu a um dos postos da Secretaria de Assistência Social, tem até a próxima sexta-feira (15.08) para se cadastrar ao programa Minha Casa Minha Vida. Neste fim de semana, dias 9 e 10 de fevereiro, foi realizado o último mutirão pelos bairros, que contribuiu para o atendimento da população de pessoas da Posse, Pedro do Rio e Itaipava. No total, 788 pessoas já foram inseridas no programa.

Nesta última semana de cadastramento, quem ainda não se inscreveu ao programa, pode comparecer no Centro de Cidadania, Estrada União e Indústria, 11.860 e no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), do Centro – Rua Dr. Sá Earp, 39 (em frente a Águas do Imperador), das 9h às 15h. Os agentes vão continuar pelas comunidades de maior vulnerabilidade paro atendimento da população.

Para se cadastrar é preciso apresentar documentos como Identidade, CPF e Certidão de Nascimento ou Casamento (adultos); comprovante de residência, como conta de luz, telefone e água; e Certidão de Nascimento, para as famílias que tenham menor de idade. O laudo com os dados sobre a interdição do imóvel também é necessário, mas caso a pessoa não possua mais o documento ou more em área de risco e ainda não teve a casa vistoriada pela Defesa Civil, será solicitada nova avaliação do imóvel.

“Estamos na reta final de cadastramento. É muito importante que a população se apresente, pois estamos com projetos aprovados que vão garantir a construção de unidades habitacionais para as pessoas que vivem em área de risco”, destaca o prefeito Bernardo Rossi. Após o primeiro cadastramento, o perfil das pessoas atendidas é avaliado pela Caixa Econômica Federal.

Os projetos aprovados destinam imóveis para a população que tiveram as casas interditadas ou morem em área de risco. “A população está sendo orientada pela nossa equipe a comparecer a um dos postos de atendimento. Esses imóveis serão destinados para as vítimas de calamidades, sem custo algum para as famílias”, destaca a Secretária de Assistência Social, Denise Quitela, reforçando que quem não tiver o laudo de interdição do imóvel deve comparecer da mesma forma. “Se a pessoa não possuir mais o documento, vamos solicitar nova vistoria. O importante é que as pessoas não deixem de se apresentar”, frisa.

Mais de mil unidades habitacionais serão construídas na cidade. Os projetos estão previstos para as regiões de Benfica, que receberá 120 unidades; na Mosela, onde serão construídas 220 moradias; e no Caetitu, para onde estão previstos 792 apartamentos.

O cadastramento de moradores de área de risco teve início em novembro de 2018. Desde então, várias ações de chamamento foram realizadas pelos bairros. No mês de janeiro, os trabalhos foram intensificados com a realização de mutirões pelos bairros, com o intuito de facilitar o acesso da população. “Identificamos que muitas pessoas tinham dificuldade de ir ao centro da cidade. Os mutirões contribuíram para que mais pessoas soubessem do programa e se cadastrassem. Vamos continuar circulando pelas regiões de maior vulnerabilidade para cadastrar a população”, destaca o diretor do departamento de proteção social, Rodrigo Lopes.

 

 

Coordenadoria de Comunicação Social
Prefeitura de Petrópolis