tn_Assistência Social incentiva projeto social voltado para crianças e adolescentes

Projeto C3 é uma das instituições que contribui para combater a vulnerabilidade social

“Eu gosto muito porque aqui tem vários esportes para as crianças e fazemos campanha contra as drogas. Gosto muito das aulas de judô, jiu jitsu e futebol”, diz Vitor Hugo Gomes, de 11 anos de idade, uma das 80 crianças atendidas pelo Projeto C3. Em funcionamento há 11 no bairro Valparaíso, a instituição tem como foco o trabalho preventivo com crianças em vulnerabilidade social. O projeto é mantido, em parte, por incentivo da prefeitura, por meio de termo de colaboração com a Secretaria de Assistência Social e desenvolve atividades educativas e recreativas no contra turno escolar.

Na unidade, o incentivo repassado pela Secretaria de Assistência Social, é voltado para as aulas de informática para a promoção da inclusão digital. A estrutura contribui ainda para o reforço escolar dos alunos, para pesquisa e elaboração de projetos e o entretenimento. Mensalmente, a secretaria destina mais de R$ 100 mil reais para a manutenção de instituições como essa. Ao todo 13 entidades parceiras que atuam para o desenvolvimento de ações sociais são beneficiadas.

“Esse é um investimento de grande importância. Ações como essas proporcionam um desenvolvimento saudável para as crianças e adolescentes em risco social na nossa cidade. Vamos continuar trabalhando paro continuar incentivando cada vez mais projetos como esse”, destaca o prefeito Bernardo Rossi. Além das aulas de informática, os alunos participam atividades esportivas e culturais que complementam a educação.

Nos dois turnos, manhã e tarde, são oferecidas aulas de reforço escolar, de acordo com a necessidade de aprendizado de cada um; aulas de musicalização como piano, violão, flauta, bateria e percussão; atividades esportivas com a escolinha de futebol, jiu jitsu, judô, kung fu, yoga; oficina de artesanato e reciclagem, onde é trabalhada a conscientização ambiental; além das aulas de dança e teatro. “É um projeto admirável, eles atuam no contra turno e atendem até mesmo as nossas crianças que ficam na Casa da Acolhida. Acho muito importante esse trabalho que contribui em muito na formação dos nossos jovens, que estando assistidos, não ficam vulneráveis e saem da ociosidade”, destaca a Secretária de Assistência Social, Denise Quintella.

E foi em atuar no cuidado de crianças em vulnerabilidade social que a ONG foi criada. De acordo com o coordenador do projeto, Hélito Couto, o trabalho começou há 20 anos com crianças que viviam e situação de rua. “Desde aquele momento percebi a importância de se desenvolver o trabalho de prevenção como essas crianças. De forma que elas não fiquem expostas a situações de violência, abuso e abandono”, destaca o coordenador, que explica que o nome do projeto foca na criança, no carinho e no cuidado.

A maior parte das crianças assistidas são das comunidades do entorno Oswaldo Cruz e Vila São José. A instituições dão suporte para as famílias com risco social e para a inclusão das crianças, segue como parâmetro a renda per capita, que deve ser menor que meio salário mínimo por integrante familiar. “Atuamos aqui com famílias que precisam desse suporte”, reforça Hélito. As crianças e adolescentes permanecem em média por cinco horas na instituição, onde participam de atividades em tempo integral. Para as crianças que permanecem na parte da manhã, em caso de necessidade, o projeto auxilia no transporte escolar.

Para serem inseridas no projeto as famílias fazem a pré-matrícula e incluem as crianças e adolescentes numa lista de espera. De acordo com a liberação das vagas as crianças são chamadas. Para a manutenção das ações o projeto recebe ainda apoio do TJ Tribunal de Justiça, do Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente, Fundação para a Infância e Adolescência, Instituto da Criança, entre outros.

 

Coordenadoria de Comunicação Social
Prefeitura de Petrópolis