tn_Deslizamento de pedras atinge casas em Petrópolis

O corpo técnico da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias permanece monitorando o maciço no Ingá, na Posse. Na manhã desta quinta-feira (24.01), foram registradas novas quedas de blocos rochosos, mas sem atingir nenhuma residência. O órgão reforça que os moradores da região interditada – cerca de 40 casas em um raio de 500 metros – permaneçam em locais seguros, já que toda a área permanece instável.

A Secretaria de Assistência Social cadastrou até o momento 24 famílias – 57 pessoas – e disponibilizou o CRAS da Posse para o suporte aos moradores. Três irmãos que moravam em uma casa localizada abaixo de onde as pedras se desprenderam, foram convencidos a sair do imóvel. Eles já estão na casa de uma outra irmã, localizada em Nogueira.

“Estamos todos muito felizes e aliviados com a decisão deles. O objetivo principal é proteger a vida. A permanência dessa família no local significava risco iminente à vida dessas pessoas”, explica o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato.

As equipes da prefeitura também permanecem no local para contato com todos os residentes na área. Na última quarta-feira, técnicos do Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) emitiram nota técnica recomendando a manutenção da interdição de moradias a área atingida na localidade Ingá, distrito da Posse.

“É uma medida de prevenção, que pode salvar vidas. Neste momento, é importante que a população não permaneça no local interditado”, reforça o secretário de Defesa Civil.

A prefeitura já acionou o Ministério do Desenvolvimento Regional para que uma equipe auxilie no trabalho de avaliação dos danos. Somente após as análises mais aprofundadas será possível definir as medidas a serem adotadas. A previsão é de que os técnicos vistoriem a cidade na semana que vem.

Coordenadoria de Comunicação Social
Prefeitura de Petrópolis