tn_Rafael Gabrich - Médico Urologista (5)Pouco comentada o método consiste em avaliar constantemente as alterações do tumor

 

O Novembro Azul é o nome do movimento internacional que busca a conscientização a respeito do câncer de próstata e da saúde masculina. A campanha teve início em 2003, na Austrália, quando alguns amigos tiveram a ideia de deixar o bigode — que, na época, estava fora de moda — crescer com o objetivo de chamar a atenção para a saúde masculina.

 

Durante todo o mês fala-se a respeito da importância da prevenção, detecção precoce, realização de exames periódicos, tais como o PSA e do toque retal, quais são os principais sintomas, contudo, pouco ou quase nada se fala a respeito da vigilância ativa após o diagnóstico.

 

A vigilância ativa é um tipo de tratamento seguro para o câncer de próstata que se popularizou nos últimos anos. Caracterizada pelo acompanhamento periódico do tumor, sem que se faça uma cirurgia para sua retirada ou radioterapia, mas mantendo a possibilidade de um tratamento curativo quando for preciso, a vigilância ativa é indicada para tumores pequenos e de baixo risco, ou seja, pouco agressivos.

 

De acordo com o Médico Urologista, Dr. Rafael Gabrich, membro do corpo clínico da Uro_Med Urologia o monitoramento do câncer de baixo risco e pouco volume deve ser realizado por meio de exames e consultas periódicas, normalmente a cada seis meses. “Nesse tipo de tratamento são realizados a dosagem do PSA, toque retal, métodos de imagem como a ressonância multiparamétrica e a biopsia prostática. Um tratamento definitivo, como a cirurgia ou radioterapia somente será indicado caso haja a progressão da doença em pacientes com expectativa de vida maior que dez anos”.

 

Não muito conhecido pela população os estudos iniciais da Vigilância Ativa começaram há cerca de 15 anos com o Prof. Laurence Klotz, do Canadá, e foi mais popularizada nos últimos anos. Uma das questões sempre levantadas é se existe algum tipo de risco ao se adiar o início do tratamento do câncer porque se optou inicialmente pela vigilância ativa, para essa questão, Dr. Rafael Gabrich responde: “Desde que o paciente faça os exames periodicamente, conforme as solicitações do urologista de confiança, nos tumores de baixo risco, a possibilidade de agravo são muito pequenas”.

 

O especialista ainda ressalta que estudos recentes mostraram os mesmos resultados oncológicos de sobrevida, independentemente da idade do paciente. Portanto, a idade não é fator importante na vigilância ativa, somente os critérios de baixo risco.

 

“Os benefícios são evitar os efeitos adversos derivados de um tratamento radical, como incontinência urinária e disfunção erétil, que são raros, mas podem acontecer com a prostatectomia radical ou radioterapia”, enfatiza o especialista ao defender a nova forma de tratamento em casos de câncer de próstata diagnosticados precocemente.

 

Dr. Rafael Gabrich ainda pontua que estudos mostram que naqueles pacientes que não tiveram progressão da doença, isto é, em torno de 70% dos pacientes que ficaram em vigilância ativa em 15 anos, a taxa de mortalidade por câncer de próstata foi menor que 5%.

 

Até o presente momento não existem estatísticas de pacientes no Brasil que optaram pela vigilância ativa, por sua vez, nos EUA estima-se que estão no protocolo em torno de 40% dos pacientes com doença de baixo risco.

 

Outra questão muito relevante é que os diversos serviços necessários para a vigilância ativa são oferecidos pelo SUS e vale ressaltar que o tratamento é realizado da mesma forma que nos pacientes privados.

Mais informações podem ser obtidas pessoalmente na Uro_Med Urologia que fica localizada no Edifício Cinda, à Rua Dr. Alencar Lima, 35 – Centro – Petrópolis/ RJ, através do telefone (24) 2242-1887, do e-mail uromed00@hotmail.com ou através das Mídias Sociais Facebook e Instagram  @uromedurologia.

 

SERVIÇO

URO_MED UROLOGIA

Edifício Cinda

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Centro – Petrópolis/ RJ

(24) 2242-1887

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CORPO CLÍNICO

Jorge Gabrich – Médico Urologista – CRM: 5202492-6

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Texto: Assessoria
Foto: Divulgação