tn_Festival-de-Esquetes-do-EnsTema: “Fraternidade – biomas brasileiros e a defesa da vida”

Integrar os alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental das escolas da rede municipal através da linguagem artística. Com esse objetivo, o Departamento de Ensino Religioso preparou o VI Festival de Esquetes do Ensino Religioso. Quatro escolas participaram do festival que aconteceu nesta sexta-feira (07.07) no Teatro Afonso Arinos, no Centro de Cultura Raul de Leoni.

 

Mais de 40 alunos participaram da atividade. Os estudantes da Escola Paroquial Loteamento Samambaia apresentaram o tema “Será que é mesmo um sonho?”, os da Escola Santa Maria Goretti abordaram “A beleza dos biomas brasileiros”. Já os alunos da Escola Municipal Monsenhor João de Deus Rodrigues apresentaram a esquete “Fantasia Consciente” e os do Ciep Municipalizado 474 Maestro Guerra Peixe abordaram: “Deus… o dono da natureza”.

 

O festival foi programado pelas coordenadoras do Departamento de Ensino Religioso, Leila Castro e Cristiane Noel. Os trabalhos foram julgados por três jurados: Monsenhor Paulo Daher, vigário geral da Diocese de Petrópolis, Francinete de Jesus, pedagoga e Christiano Tavares, também professor. Os esquetes foram julgados de acordo com o cenário, harmonia, criatividade e roteiro original.

 

A classificação final ficou assim definida: Melhor Cenário – Escola Santa Maria Goretti; Harmonia – E.M Monsenhor João de Deus Rodrigues; Criatividade: 1º lugar – Escola Paroquial Loteamento Samambaia; 2º lugar – E.M Monsenhor João de Deus Rodrigues e 3º lugar – Ciep Municipalizado 474 Maestro Guerra Peixe. Com relação ao roteiro, a classificação foi: 1º lugar – Escola Paroquial Loteamento Samambaia; 2º lugar – Escola Santa Maria Goretti e 3º lugar – Ciep Municipalizado 474 Maestro Guerra Peixe.

 

“Essa é uma iniciativa muito importante do Departamento de Ensino Religioso porque através das pesquisas, os alunos puderam aprender um pouco mais sobre a diversidade, bioma e a criação respeitosa da vida. Além disso, a interação com alunos de outras escolas favorece a fraternidade e ressalta os valores éticos”, avalia o secretário de Educação, Anderson Juliano.

 

Monsenhor Paulo Daher destaca que a experiência vivenciada pelos alunos pode ser promissora. “Agradeço todos vocês pelas apresentações. É muito importante saber que esses assuntos tão atuais estão sendo vivenciados nas escolas. São temas importantes para a nossa vida, principalmente o bioma Espero que essa experiência renda bons frutos no futuro de cada um de vocês”.

 

Segundo o professor de ensino religioso Michel Lagerlof, 12 alunos da E.M Monsenhor João de Deus Rodrigues, com idades entre 12 e 15 anos, matriculados do 6º ao 9 ano do ensino fundamental participaram do festival nesse ano.

 

“Os alunos atuaram em todo o processo de criação, escolheram o roteiro e pesquisaram sobre o tema. O esquete que eles prepararam fala sobre a importância da preservação da Mata Atlântica. Eles estão em um jardim, ao redor da fogueira, contando histórias fantasiosas que narram o surgimento de sagüi nesse local. A partir disso, tratam o tema da febre amarela. O contato com o aluno nas atividades fora da sala de aula é muito interessante, sendo outra forma de ensino-aprendizagem. Eles apreciam muito. Estou empolgado como eles. Uma apresentação em um palco, em um teatro, ficará marcada na memória de cada um, tenho certeza disso”, contou o professor.

 

“Gostei muito de participar dessa experiência. Já fiz curso de teatro e pretendo um dia me formar em artes cênicas. A história é muito legal e através dela falamos sobre a preservação dos macacos, esclarecendo o papel do mosquito e o contágio da febre amarela”, disse Matheus de Oliveira Andrade, de 14 anos, estudante do 9º ano da E.M Monsenhor João de Deus Rodrigues.

“Gostei muito de participar desse projeto, estudei e aprendi coisas novas, passei a amar o teatro”, disse Bruna Andrade, 14 anos e estudante do 9º ano da Escola Paroquial Loteamento Samambaia.

 

 

 

 

Coordenadoria de Comunicação Social
Prefeitura Municipal de Petrópolis