tn_Flamengo vence Cabofriense por 5 a 3Flamengo vence Cabofriense por 5 a 3

Na tarde de domingo (23), quem esteve no Maracanã assistiu o Flamengo vencer a Cabofriense por 5 a 3 e se apresentar muito bem em campo, no jogo em que recebeu os troféus de Campeão dos Super Clássicos – como time que mais venceu confrontos contra times grandes no campeonato – e Campeão da Taça Guanabara, feito conquistado na 13ª rodada, no jogo contra o Botafogo.

O Flamengo começou com boas jogadas criadas pela esquerda. Aos três minutos, o primeiro chute a gol foi de Lucas Mugni. Pouco depois, foi a vez de Paulinho tentar a finalização de fora da área: a direção foi boa, mas faltou força. Os rubro-negros estavam confiantes para arriscar. Aos 10,o lateral Digão soltou uma bomba de longa distância, que passou pouco acima do ângulo do goleiro Cetin. Três minutos depois, Paulinho recebeu dentro da área e encontrou Luiz Antonio bem colocado, mas o chute explodiu na zaga da Cabofriense. O gol sairia logo a seguir: aos 15, Alecsandro recebeu na grande área e, ao tocar a bola, ela bateu no braço do zagueiro Victor Silva. Na cobrança de pênalti, o artilheiro não perdoou e marcou seu oitavo gol no Carioca e o primeiro do Flamengo no jogo. Na comemoração, o atacante homenageou o time de basquete rubro-negro, campeão da Liga das Américas no último sábado (22.03), quicando a bola, de futebol, e fazendo o arremesso. Nicolas Laprovittola, armador rubro-negro, esteve no estádio e viu a homenagem de perto. Aos 19, Luiz Antonio quase ampliou para o Fla. O volante avançou pela diagonal, tentou o cruzamento para a área, mas a bola pegou um efeito e quase enganou o goleiro adversário. O segundo gol não demorou a chegar. Em lindo passe em profundidade de Alecsandro, Paulinho saiu sozinho na cara do gol, tirou do goleiro e, com muita categoria, rolou a bola para o gol vazio. Antes de terminar o primeiro tempo, Lucas Mugni marcou seu primeiro gol pelo Rubro-Negro. O argentino dominou com o lado externo do pé e, mostrando muita habilidade, emendou para o gol com toque sutil para encobrir o goleiro Cetin.

Jogando com muita tranquilidade e harmonia, o Flamengo voltou para o segundo tempo e só precisou de dois minutos para anotar 4 a 0 no placar do Maracanã. João Paulo tentou o chute, que parou nos pés de Luiz Antonio; o volante emendou de chapa, no canto esquerdo do gol. Aos 13, a Cabofriense diminuiu com Éberson, chutando sem chances para Felipe. Poucos minutos depois, Éberson marcou seu segundo, deixando o marcador em 4 a 2. Mas Alecsandro ainda estava em busca da artilharia: após cruzamento de Digão, o atacante cabeceou com perfeição e marcou o quinto do Fla. Aos 27, Mugni ameaçou o cruzamento, mas mandou direto para o gol, levando perigo ao goleiro Cetin. Dez minutos depois, Chicão curtiu uma de atacante e quase marcou o sexto do Fla, de dentro da pequena área, mas o zagueiro da Cabofriense tirou quase em cima da linha do gol. Faltando pouco mais de dez minutos para o fim do jogo, o time de verde marcou mais um: 5 a 3.
Flamengo 5 x 3 Cabofriense

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Wagner dos Santos Rosa, auxiliado por Dibert Pedrosa Moisés e Wendel de Paiva Gouvêa

Cartões amarelos: Pará (Cabofriense)

Gols: Alecsandro, 17′/1ºT (1-0); Paulinho, 22′/1ºT (2-0); Mugni, 45′/1ºT (3-0); Luiz Antonio, 1′/2ºT (4-0); Eberson, 13′/2ºT (4-1); Eberson, 17′/2ºT (4-2); Alecsandro, 20′/2ºT (5-2) e Fabrício Carvalho, 42′/2ºT (5-3)

Flamengo: Felipe, Digão, Chicão, Erazo e João Paulo (Frauches); Feijão, Márcio Araújo, Luiz Antonio e Mugni (Mattheus); Paulinho (Negueba) e Alecsandro. Técnico: Jayme de Almeida.

Cabofriense: Cetin, Rodrigo Dias, Luizão, Victor Silva e Leandro; Jardel, Tijolo, Silvano (Pará) e Eberson (Arthur); Fabricio Carvalho e Bruno Veiga (Keninha). Técnico: Alexandre Barroso.

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