tn_programa Thiago DamacenoO vereador Thiago Damaceno visitou o PSF do Amazonas nesta quarta-feira (19)

Médicos cubanos supriram a falta de profissionais no posto, no bairro Quitandinha
O programa “Mais Médicos”, do governo federal, está em andamento em Petrópolis. Yoel García Gonzales e Yusmelys Espinosa, vindos de Cuba, estão atendendo os moradores da comunidade do Amazonas, no bairro Quitandinha. O posto de saúde da família (PSF) da região, inaugurado em maio de 2011, estava constantemente sem equipes para o atendimento. O trabalho deles tem rendido elogios da comunidade, que se ressentia da falta de assistência.
O líder do governo municipal na Câmara, vereador Thiago Damaceno (PP), que já havia lutado pela instalação do PSF na comunidade, indicou ao Poder Executivo a necessidade de levar os médicos cubanos para aquela área. “Desde a inauguração, estávamos atentos a essa questão da falta de médicos”, afirmou. Nesta quarta-feira (19), o parlamentar visitou o posto de saúde, para saber como andava o funcionamento da unidade.
Thiago Damaceno lembrou que é função do vereador fiscalizar os serviços públicos municipais. Ele acredita que, independente das colorações políticas, o poder público tem a responsabilidade de priorizar o atendimento à população. “A vinda dos médicos cubanos deu um alento para a comunidade, suprindo a demanda. Além disso, eles trazem a experiência do modelo de saúde da família, que começou em Cuba”, afirmou o parlamentar.
Yoel e Yusmelys estão em Petrópolis há cerca de três meses. Eles ficam no posto pela manhã e, à tarde, visitam as famílias da comunidade. “Nos adaptamos muito bem e tivemos uma boa receptividade”, afirmou Yoel García. De acordo com os profissionais que trabalham no posto de atendimento, o trabalho deles é reconhecido pela grande maioria das pessoas que já foram atendidas.
O programa Mais Médicos, criado pelo governo federal em 2013, mapeou as unidades de saúde do Brasil e ofereceu vagas nas regiões onde faltam profissionais – de acordo com o governo, prioritariamente para médicos brasileiros. No caso da falta destes, o Ministério da Saúde acolhe os pleitos de médicos de outros países, como Cuba. De acordo com o governo federal, 6.650 profissionais, do Brasil e de outros países, participam atualmente do projeto.

Texto: Assessoria
Foto: Divulgação